Ilha de Paquetá



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Prefeitura entrega 17 carros elétricos em Paquetá e dá fim à tração animal

A Prefeitura do Rio entregou, na manhã deste domingo (22/05/16), os 17 carros elétricos que vão substituir as charretes utilizadas para passeios turísticos em Paquetá. O transporte por cavalos foi proibido após recomendação do Ministério Público – que apontou sinal de maus-tratos e mau estado de conservação das cocheiras, além de contaminação ambiental por conta da urina e das fezes dos animais.

 Foram recolhidos os 31 cavalos que ainda faziam o serviço . Os animais foram levados para o Centro de Proteção Animal Fazenda Modelo, em Guaratiba, onde passaram por exames e receberam tratamentos e cuidados específicos (colocação de ferradura, banho, corte de crina, entre outros) e microchips de identificação.

A gestão do novo serviço permanecerá com a Charretur, cooperativa que gerenciava as charretes puxadas pelos cavalos. Após a abertura de processo licitatório, a empresa vencedora ministrou treinamento para os condutores, que ganharam uniformes da prefeitura. 

carrinhoO veículo tem capacidade de carregar cinco passageiros e pode trafegar a uma velocidade máxima de 19 km por hora. Não haverá custo de manutenção para os charreteiros nos próximos três anos. Todos os carrinhos já estão equipados com kit de bateria (cada um custa R$ 6 mil e dura dez anos) e a garantia é válida por cinco anos. Em caso de problema técnico, os charreteiros serão prontamente atendidos pela assistência técnica do fabricante.

Em agosto de 2015, por meio de uma resolução da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (Sepda), ficou estabelecido que os cavalos poderão ser adotados por qualquer pessoa física ou jurídica que assinar termo se comprometendo a não utilizá-los, em hipótese alguma, para fins comerciais e/ou de tração. Dos 31 cavalos recolhidos em Paquetá, 20 foram doados à ONG Santuário das Fadas, de Itaipava, e os demais serão encaminhados para outro local ainda a ser definido. Prefeitura – RJ

Um pouco da historia da ilha de Paquetá

A Ilha de Paquetá foi descoberta em 1555, por André Thevet, que era cosmógrafo da expedição francesa de Nicolas Durand de Villegagnon a fim de fundar a França Antártica. Era habitada pelos índios Tamoios que já chamavam a ilha por esse nome.

Somente em 18 de dezembro de 1556, o rei Francês reconheceu a descoberta de André Thevet, sendo essa data até hoje considerada como aniversário da ilha.

Com a vitória dos Portugueses contra os Franceses, a ilha passou para o controle dos vencedores que, em 1565, mesmo ano da fundação da cidade do Rio de Janeiro, a dividiram em duas sesmarias.

Em 1697 foi construída a Capela de São Roque, padroeiro da ilha.

Durante a Revolta da Armada, em 1893 a ilha foi ocupada durante seis meses pelos marinheiros sublevados o que ocasionou diversos prejuízos para a população local.
Paquetá é o bairro compreendido pela pequena Ilha de Paquetá, no interior da baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

Constitui-se num tradicional e pacato recanto turístico do Rio de Janeiro, a poucos minutos da agitação da metrópole, habitado por população das classes média e média-baixa. A segurança e tranquilidade da ilha atraem visitantes nacionais e estrangeiros, que a elegem para namorar, passear e se divertir.

O bairro possui infra-estrutura turística completa com hotéis, restaurantes, hospital, policiamento, comércio e serviços.

O acesso à ilha é feito por linha regular de barcas e por catamarãs e aerobarcos, a partir da Praça XV de Novembro, no centro do Rio de Janeiro.

Na ilha não é permitido o tráfego de veículos motorizados particulares: apenas bicicletas e carros elétricos que se locomovem nas ruas revestidas de saibro e coloridas pelos flamboyants. Destaca-se o serviço de táxi, o chamado “eco-taxi”, uma bicicleta com uma espécie de cabine atrás. Somente é permitido o tráfego de carros de serviço como os da polícia, bombeiros e ambulância.

São cerca de 4550 moradores fixos, em sua maioria de famílias antigas na Ilha, com forte vínculo comunitário.

Parte dessa população trabalha no Rio de janeiro, usando o serviço das barcas para chegar ao continente.

Parte dos trabalhadores é absorvida pelos órgãos públicos que administram e operam o dia-a-dia da Ilha, como COMLURB, CEDAE, Fundação Parques e Jardins , etc. Parte é absorvida pelas atividades voltadas para o turismo, hotéis, restaurantes , etc.

A essa população fixa acrescentamos os veranistas, que têm casa na Ilha e vêm com a família nos finais de semana ou férias. Avalia-se que pelo menos 50% dos domicílios da Ilha sejam de veranistas.

Aos moradores e veranistas somam-se os turistas e visitantes que vêm passar o dia, pegando a barca ou aerobarco pela manhã para Paquetá e retornando no final de um dia de lazer, ou pernoitam nos hotéis e pousadas da Ilha.

 

Mapa ampliado da ilha de paqueta

ALGUNS PONTOS DE DESTAQUE NA ILHA DE PAQUETÁ

– Praça Pintor Pedro Bruno – Fica na saida da estação das barcas.
– Igreja do Senhor Bom Jesus do Monte – Praia dos Tamoios, 45.
– Praça Bom Jesus do Monte – A direita da saida das barcas.
– Canhão de Saudação a D. João VI – Na praia dos Tamoios em frente ao numero 341.
– Capela de São Roque – Coreto Renato Antunes – Casa de Artes Paquetá – Praça de São Roque.
– Pedra da Moreninha – No final da Praia da Moreninha.
– Praia dos Tamoios.
– Praia da Covanca.
– Praia do Catimbau.
– Praia do Lameirão.
– Praia de São Roque.
– Praia da Moreninha.

TRANSPORTE

Como chegar barcas horário

Trenzinho
Ponto Final: Praça Pedro Bruno, em frente à estação das barcas. A volta turística contorna praticamente toda a orla da ilha,
passando pelos principais atrativos culturais.

Charrete

A charrete foi substítuida pelos carros elétricos  e o passeio passa pelos principais pontos da ilha.

Bicicleta

Pontos: ao longo da Rua Furquim Werneck.
Carregam uma ou duas pessoas ponto a ponto ou passeio turístico.

 

Aluguel Bicicletas
Rua Furquim Werneck, Rua Pinheiro Freire.


Video sobre a Ilha de Paquetá

 

 

PÃO DE AÇUCAR     PONTOS TURISTICOS


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